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Postado em 04 de Outubro de 2008Um vídeo bem legal que nos mostra algumas coisas óbvias da vida, mas que nos esquecemos constantemente. Vale a pena assistir.
Um vídeo bem legal que nos mostra algumas coisas óbvias da vida, mas que nos esquecemos constantemente. Vale a pena assistir.
De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Lehigh, pôde-se observar que os profissionais mentem mais por e-mail do que pelas tradicionais mensagens em papel.
Segundo Liuba Belkin, professora da Universidade de Lehigh, é cada vez mais preocupante o uso excessivo do e-mail no ambiente de trabalho, tal preocupação tem relação direta com a confiança.
Segundo informações do site da InfoMoney, a pesquisa foi realizada da seguinte forma:
Foi pedido a 48 estudantes integrais de MBA que dividissem US$ 89 entre eles e outra parte imaginária, que apenas saberia que eles estariam com uma quantia entre US$ 5 e US$ 100. Havia uma regra: a outra parte teria que aceitar o que lhe fosse entregue.
Usando e-mails e comunicados de papel, os estudantes tiveram que revelar o montante - real ou não - e quanto a outra parte iria ganhar. O resultado foi que estudantes que usaram e-mail mentiram em 92% dos casos, enquanto os que usaram o papel mentiram em menos de 64% das vezes. O resultado é impressionante: o índice de mentira entre os que usaram e-mail foi cerca de 50% maior do que entre aqueles que usaram papel e caneta.
Veja mais detalhes da notícia no site da InfoMoney.
Falar que pagamos muitos impostos, não é uma conversa nova aqui no Brasil. Mas me surpreendi pelo estudo disponibilizado em notícia divulgada ontem (25) no site da Época Negócios.
O estudo revela que em média 57% da renda dos brasileiros é drenada pelo Estado e suas ineficiências. A parcela mais penalizada da população são as famílias de classe média.
Vídeo muito interessante com o trecho de uma palestra realizada pelo consultor financeiro Gustavo Cerbasi. Vale a pena assistir.
Por muito tempo a maneira de mensurar o retorno de uma campanha realizada na internet foi pela quantidade de cliques no anúncio.
Fazendo uma analogia com um supermercado que fez uma campanha tradicional no rádio, ele não irá analisar o retorno pela quantidade de pessoas que entraram no supermercado, e sim, pelo número de vendas dos produtos que foram divulgados na campanha.
Na internet não pode ser diferente. A maneira mais eficiente de se medir o ROI (retorno do investimento) de uma campanha on-line, é saber quantas das vendas realizadas foram consequência da campanha.
É comum vermos empresas que estão querendo anunciar na internet, focar seus investimentos em sites que recebem mais visitas do que outros, sem se atentarem para ver se realmente o público a ser atingido é o seu potencial consumidor.
Há uma frase que diz “Se você quiser agradar a todos, acabará não agradando ninguém”. E é pura realidade.
Defina seu público alvo! Hoje o trabalho com nicho de mercado (exemplo: Cauda Longa) poderá ser o fator decisivo para o sucesso ou fracasso de uma campanha de publicidade on-line da sua empresa.
Anunciar em um blog destinado exclusivamente para o seu público alvo, mesmo que não tenha muitas visitas, pode trazer muito mais resultado do que anunciar na página principal de um grande portal.
Vemos então, que nem sempre um anúncio com muitos cliques, gera o retorno esperado para o anunciante.
Cuidado: Qualidade x Quantidade! O que sua empresa prefere?
Nem sempre o formalizo é sinônimo de qualidade, veja o vídeo abaixo, vale a pena!
Lip Dub - Flagpole Sitta by Harvey Danger from amandalynferri on Vimeo.
É notório que cada vez mais a internet tem um papel importante para as empresas, sejam elas micros, médias ou multinacionais.
Muitas empresas não se prepararam adequadamente para utilizar a internet como uma aliada para o seu negócio, tornando assim, o que poderia ser uma grande ferramenta para o seu negócio, uma verdadeira ameaça.
Também observamos inerente à internet, o consumidor 2.0, é aquele consumidor que busca informações sobre a empresa e seus produtos na internet, que gosta de ter uma interatividade de conteúdo com quem está lhe vendendo algo.
Grande parte dos consumidores 2.0 são formadores de opinião, ou seja, através da internet, eles possuem o poder de influenciar milhares de outras pessoas.
Estima-se que existam 80 milhões de blogs no mundo (este número cresce a cada minuto), poucos destes são blogs corporativos, a grande maioria dos blogs são criados e mantidos por pessoas físicas. Vemos então, que o consumidor 2.0 possui um canal imenso ao seu dispor, que pode se utilizado, mediante alguma experiência, para falar bem de seu produto e ajudar sua empresa, ou então, fazer criticas sobre seu produto, influenciando milhares de outras pessoas.
Cuidado! É muito mais caro reconquistar um cliente do que mantê-lo.
Consumidor 2.0: Aliado ou inimigo? Quem decidirá isso são as próprias empresas.
Ontem foi publicado um artigo muito interessante no site CIO, onde é abordado cinco hábitos que devem ser abandonados para que resultados melhores possam ser alcançados na carreira.
Estes cinco hábitos foram descritos pelo coach executivo de diversas empresas, Marshall Goldsmith, em seu livro: What Got You Here Won’t Get You There. São eles:
E você? Possuí algum hábito descrito acima?
O único combustível para o sucesso, é você mesmo!
Genial foi, Fernando Pessoa, que escreveu o famoso poema “Navegar é Preciso“, o qual intitula este artigo e que transcrevo abaixo:
Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:
“Navegar é preciso; viver não é preciso”.
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir
para a evolução da humanidade.É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.
A vontade da mudança, do novo, do empreender: um estilo de vida a ser seguido.
“Navigare necesse; vivere non est necesse” - latim, frase de Pompeu, general romano, 106-48 aC., dita aos marinheiros, amedrontados, que recusavam viajar durante a guerra, cf. Plutarco, in Vida de Pompeu]
CRIE! INOVE! EMPREENDA!
Parece mais filme de ficção cientifica, não é mesmo?
Mas um estudo realizado pela Intel e apresentado pelo seu CEO, Justin Rattner, durante o Intel Developer Forum 2008 mostra que em 40 anos as máquinas serão mais inteligentes que os homens.
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