Publicidade Online: O clique ainda vale alguma coisa?

Postado em 07 de Setembro de 2008

Por muito tempo a maneira de mensurar o retorno de uma campanha realizada na internet foi pela quantidade de cliques no anúncio.

Fazendo uma analogia com um supermercado que fez uma campanha tradicional no rádio, ele não irá analisar o retorno pela quantidade de pessoas que entraram no supermercado, e sim, pelo número de vendas dos produtos que foram divulgados na campanha.

Na internet não pode ser diferente. A maneira mais eficiente de se medir o ROI (retorno do investimento) de uma campanha on-line, é saber quantas das vendas realizadas foram consequência da campanha.

É comum vermos empresas que estão querendo anunciar na internet, focar seus investimentos em sites que recebem mais visitas do que outros, sem se atentarem para ver se realmente o público a ser atingido é o seu potencial consumidor.

Há uma frase que diz “Se você quiser agradar a todos, acabará não agradando ninguém”. E é pura realidade.

Defina seu público alvo! Hoje o trabalho com nicho de mercado (exemplo: Cauda Longa) poderá ser o fator decisivo para o sucesso ou fracasso de uma campanha de publicidade on-line da sua empresa.

Anunciar em um blog destinado exclusivamente para o seu público alvo, mesmo que não tenha muitas visitas, pode trazer muito mais resultado do que anunciar na página principal de um grande portal.

Vemos então, que nem sempre um anúncio com muitos cliques, gera o retorno esperado para o anunciante.

Cuidado: Qualidade x Quantidade! O que sua empresa prefere?

Produtos possuem ciclo de vida. Sites também!

Postado em 11 de Julho de 2008

Semelhante ao que acontece com os seres vivos, os produtos também possuem um ciclo de vida. Que é dividido nas seguintes fases:

  1. Gestão: que é a distância entre a idéia inicial e o lançamento do produto, onde são estudados e aplicados recursos tecnológicos, humanos e financeiros.
  2. Introdução: Momento onde o produto é apresentado ao mercado, início das vendas. Um alto esforço do marketing, visando o fortalecimento do branding.
  3. Crescimento: Apresenta altos índices de crescimento e de margens de lucro, onde também são adicionadas novas características ao produto, abrange novos segmentos de mercados, etc.
  4. Maturidade: É onde ocorre uma modificação no mercado concorrencial e também consumidor, ocasionando assim, uma redução no crescimento das vendas.
  5. Declínio: Forte queda nas vendas e consequentemente no lucro, fase em que há um desinvestimento no produto, ou então, uma reformulação para dar inicio a um novo ciclo de vida.

Gráfico representando o ciclo de vida de um produto.

Site também é produto!

Podemos observar que muitos sites e blogs passam pela faze da gestão, porém morrem na introdução. Isso ocorre, pois, na maioria das vezes, o resultado é esperado a curtíssimo prazo, tal esperança acontece pelo mau planejamento estratégico.

Claro que dizer que um site “um dia irá parar de existir” pode parecer um pouco chocante, porém o que vemos na fase de declínio é que existem duas possibilidades: realmente parar de existir, ou então, revitalizar o site (produto).

Essa segunda opção é muito comum, vemos vários exemplos de portais que se reformularam totalmente para atender novas demandas. Como por exemplo, os portais UOL, IG e Terra que inicialmente eram simplesmente uma página de um navegador, e hoje, se tornaram em grandes portais de conteúdo.

Site é produto! Portanto, o planejamento é de extrema importância.

Desenvolvedores, falem a língua do cliente!

Postado em 06 de Julho de 2008

É muito comum saber de empresas que desistiram de um serviço da área de tecnologia, pois o profissional contratado falava uma língua de outro mundo, o tal do “informatiques”.

Várias vezes, ao conversar com empresários e clientes, ouvi uma afirmação curiosa: “Não entendia nada o que aquele profissional dizia!”.

Não deixe seu cliente confuso, simplifique a vida dele!

Os negócios estão muito dinâmicos atualmente, tempo é dinheiro e cada vez custa mais caro.

Ofereça soluções que agreguem valor ao cliente e não qual é a última versão do banco de dados disponível. Ele contratou você justamente para não se preocupar com essas coisas.

O que irá mudar para o cliente saber se o site está sendo feito em PHP5 com xHTML e CSS validados pelo W3C? É bem mais simples dizer que o site será desenvolvido de uma forma que facilite o bom posicionamento no Google e consequentemente irá aumentar a exposição da empresa para potenciais consumidores, refletindo no aumento das vendas.

Mostre como você pode ajuda seu cliente.

Equivocadamente, a internet ainda é relacionada e designada ao setor de tecnologia. Porém, vemos que outras áreas têm muita importância no desenvolvimento de um site, tais como: jornalismo, marketing, psicologia, etc.

Por isso, não trate a tecnologia como o fator mais importante de um projeto on-line, ela é apenas um dos fatores que influencia e não o único.  Cuide para que a a comunicação com o cliente seja feita de forma que ele entenda o que você quer dizer e como seu serviço pode trazer resultados efetivos para a empresa (seu cliente).

Pense nisso!

Acessibilidade Web: Uma responsabilidade de todos nós.

Postado em 28 de Maio de 2008

Muito se fala hoje sobre responsabilidade social, e é disso que quero tratar neste artigo, minha intenção é levar aos desenvolvedores e empresas que possuem site na internet, estatísticas que comprovam que o desenvolvimento de um site seguindo regras de Acessibilidade, Padrões Web e Usabilidade não é apenas uma “moda passageira” e sim algo sustentável e de grande importância para a inclusão digital.

No Brasil, segundo Censo realizado em 2000 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 10% da população (16.573.937) sofre de algum tipo de deficiência visual e que mais de 4,6% da população possuem algum tipo de dificuldade motora. Unificando estas estatísticas, temos um total de quase 15% da população, ou seja, aproximadamente 25,5 milhões de brasileiros que sofrem de algum tipo de deficiência que impossibilita parcialmente ou totalmente a sua inclusão digital, tanto on-line quanto off-line.

Onde quero chegar?

Como o percentual de pessoas com algum tipo de deficiência que impossibilita o acesso à internet é expressivo, temos que encontrar soluções para que essa inclusão seja feita em sua totalidade. E isso é totalmente possível!

Uma grande aliada para isso é a usabilidade web

A usabilidade web associa-se aos estudos da Interação Humano-Computador (IHC) e seu foco principal é a interação dos usuários com sites e ferramentas da internet, em como as interfaces devem ser desenvolvidas, e quais as tecnologias e padrões devem ser adotados para garantir a qualidade de um site. Qualidade essa que deve ser acessível a todos os grupos de usuários (usuários corporativos, analfabetos funcionais, usuários internacionais, idosos, jovens e usuários com dificuldades físicas). Este último grupo é de suma importância, pois como vimos à cima, é um percentual considerável e que é, na mesma proporção, esquecido na hora do desenvolvimento de um site.

O motivo? Falta de tempo, o projeto ficaria muito caro, falta de informação, ou pior: preguiça.

É mais simples do que pensamos

Desenvolver um site para que todos os grupos de usuários possam acessar não é tão complicado como parece. A utilização de metodologias de desenvolvimento como os Web Standards podem ajudar, e muito, os sites serem acessíveis.

Para ilustrar ainda melhor, segue abaixo um vídeo feito pelo pessoal do Acesso Digital sobre acessibilidade web, com exemplos reais de pessoas que possuem as dificuldades físicas que citamos a cima.

Obs.: O vídeo tem a duração de 12 minutos, caso não consiga visualizá-lo: http://videolog.uol.com.br/video?230205.

A falácia da internet

Postado em 04 de Março de 2008

Um empresário decide criar uma página na internet, afinal, a maioria dos seus concorrentes já possuem.

As opções do “tipo” de um site são inúmeras, entre elas estão: divulgar seus produtos, relacionamento com o cliente (pré e/ou pós venda), e-commerce, etc.

O dono da empresa preferiu enfatizar a divulgação de seus produtos.

Só com isso, sem precisar gastar um centavo com divulgação, o site da empresa começa a receber milhares de visitas por dia, aumentando o faturamento da empresa em mais de 150% em apenas um mês depois que o site foi publicado.

Parece loucura? Mas é isso que muitos empresários imaginam. Mesmo o mundo estando tão informatizado, ainda há (e pode acreditar, não são poucas), pessoas que acreditam que a internet é uma verdadeira panacéia.

Mas a internet não é uma porta para o mundo? Claro! Mas vamos fazer uma analogia entre um site e uma pastelaria de bairro. A pastelaria pode ser a melhor da cidade! Mas como as pessoas irão saber disso? Só há uma forma: divulgação, seja ela feita de forma tradicional (panfletos, outdoor, etc.) ou então boca a boca. Na internet é a mesma coisa, um site ou ele é “proliferado” de forma viral (dois exemplos clássicos: Google e Youtube), ou então, temos que divulgá-lo.

Um site não acaba quando é desenvolvido, ao contrário, é nessa hora que ele cria vida!

Muitas empresas de desenvolvimento web não estão dando a atenção necessária para essa etapa de suma importância de um site: sua divulgação. Não é atoa que o número de empresas que trabalham com a otimização de sites (SEO), crescem de forma exponencial a cada dia.

Nós desenvolvedores web, temos que alertar nossos clientes sobre a falácia da internet!

Faça o site de sua empresa se tornar um DIFERENCIAL COMPETITIVO DE NEGÓCIO!

Layout profissional? Independe do software utilizado!

Postado em 10 de Junho de 2007

Sempre ouço que fulano é craque em Photoshop, que sicrano é o gênio em Fireworks ou então beltrano é fera em computação.

Acredito que vocês também! Não é mesmo?

Pois bem, estava navegando pela internet, até que me deparei com alguns artigos que pessoas discutiam qual o melhor software para o desenvolvimento de layouts para web. Uns defendiam com unhas e dentes o Photoshop outros o Fireworks. E aí, qual o melhor?

O melhor é aquele que o profissional domina mais.

Só que não basta dominar o software!

Estudos comprovaram que a tecnologia do produto não representa nem 15% do sucesso do empreendimento.
Acredito que esse estudo também pode ser introduzido em layout web (afinal, o layout não deixa de ser uma parte do produto, não é mesmo?), e isso quer dizer que, por mais paradoxal que pareça, a tecnologia empregada em si não tem tanta relevância no projeto. Vale muito mais um conceito bem aplicado do que bolinhas cheias de enfeites nas margens do site.

Acorda…

Pessoal, a internet mudou! O potencial cliente não irá escolher a empresa pelo “layout mais bonito”, mas sim pelo layout melhor estruturado, que apresenta o conteúdo que ele está procurando da melhor forma possível (usabilidade, acessibilidade, arquitetura da informação, etc).

O foco agora é o conteúdo! Chega de quere competir qual o site com mais animações ou qual consegue usar o maior número de filtros do Photoshop.

Finalizando…

O melhor software? Acredito que é aquele que o profissional domina melhor! Ou seja, a escolha do software é muito pessoal de cada profissional.

Agora liquidando o assunto…

Veja o vídeo abaixo, mesmo não tendo uma relação direta com desenvolvimento web, acredito que seja a melhor forma de retratar o que foi discutido neste artigo.

Internet: como obter resultados favoráveis para as empresas.

Postado em 15 de Abril de 2007
Não é de hoje que ouvimos que a internet veio para ficar. A empresa que não estiver presente no mundo on-line corre sérios riscos de extinção.

Muitas empresas já estão presentes na internet, porém ainda não perceberam que o seu site é tão importante quanto seu cartão de visitas, seu folder, sua fachada, sua recepção, etc.

Com a utilização cada vez mais freqüente de sistema de busca (leia-se Google) é comum que potenciais clientes tenham o primeiro contato com a empresa através da internet.

Se esse potencial cliente acessar o site de uma empresa, mas o site for desenvolvido de forma amadora e não possuir uma concisão em relação aos propósitos da empresa, esteja certo que esse futuro cliente agora já pode ser chamado de “antigo futuro cliente”.

Portanto, o desenvolvimento de um site é sem dúvida indispensável para as empresas que focam sua permanência no mercado competitivo, mas o que realmente importa é a empresa possuir um site desenvolvido de forma profissional, que esteja em sintonia com o propósito da empresa e que ofereça soluções, vantagens e credibilidade para o visitante (futuro cliente).

Site cartão de visita X Site focado no cliente

Quando a internet “estourou” no Brasil, o conceito de site era o “site cartão de visita”, este conceito foi muito utilizado até a pouco tempo, mas com a chegada da web 2.0, o conceito mudou. A web 2.0 nada mais é que a internet focada no usuário, ou seja, o site não é mais voltado exclusivamente para a empresa, é indispensável à relação B2C ou B2B.

Mas afinal, o que é um “site cartão de visita”? São aqueles sites que possuem os mesmos menus e o mesmo conteúdo de seus concorrentes, não criando nenhum diferencial que atraia a atenção do futuro cliente. Apenas transcreveu as informações de um cartão de visita e/ou um folder para o site.

O que quero enfatizar neste artigo é que uma empresa que possui apenas um “site cartão de visita” não pode esperar muito dele, mas a empresa que deseja sair na frente (ainda a tempo) é indispensável que reformule seu site com foco na relação com seus atuais e futuros clientes.

Obrigado pela leitura, um grande abraço e sucesso!

A internet é uma grande geradora de lucro. Basta saber utiliza-la.

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