Pois é, este é o argumento mais comum que eu ouço de quem não tem o hábito da leitura.
Quer dizer então, que grandes empresários e pessoas de sucesso eram vagabundos quando passavam (e passam até hoje) noites em claro lendo livros e estudando?
“Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa”. E é isto que acontece com todos que utilizam a desculpa acima como o fator principal de não ler livros.
Será mesmo que não é possível separar 1 hora em uma semana inteira para ler?
Dizer que livros são caros também é uma hipocrisia, sendo que, é possível comprar bons livros com o mesmo dinheiro que se compra uma pizza.
Como diziam Demócrito e os pré-socráticos: “A inteligência é o farol que ilumina o caminho, não nos faz caminhar“.
A lição que podemos retirar desse sábio pensamento é que a inteligência pode nos ajudar em nossa longa jornada, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional, porém, não é o único fator decisivo.
A Teoria das Múltiplas Inteligências
Desenvolvida nos anos 90 por uma equipe de pesquisadores de uma das maiores instituições educacionais do mundo, a Harvard University, tal equipe teve como líder o psicologo Howard Gardner.
Esse estudo observou que os seres humanos possuem 7 tipos de inteligência, mas algum tempo depois, foram acrescentadas mais duas inteligências, totalizando, até o momento, 9 tipos.
Uma lista dos 9 tipos de inteligência disponibilizada na WikiPedia:
Lógico-matemática - abrange a capacidade de analisar problemas, operações matemáticas e questões científicas. Medida por testes de QI, é mais desenvolvida em matemáticos, engenheiros e cientistas, por exemplo.
Linguística - caracteriza-se pela maior sensibilidade para a língua falada e escrita. Também medida por testes de QI, é predominante em oradores, escritor e poetas.
Espacial - expressa-se pela capacidade de compreender o mundo visual de modo minucioso. É mais desenvolvida em arquitetos, desenhistas e escultores.
Musical - expressa-se através da habilidade para tocar, compor e apreciar padrões musicais, sendo mais forte em músicos, compositores e dançarinos.
Físico-cinestésica - traduz-se na maior capacidade de utilizar o corpo para a dança e os esportes. É mais desenvolvida em mímicos, dançarinos e desportistas, por exemplo.
Intrapessoal - expressa na capacidade de se conhecer, estando mais desenvolvida em escritores, psicoterapeutas e conselheiros.
Interpessoal - é uma habilidade de entender as intenções, motivações e desejos dos outros. Encontra-se mais desenvolvida em políticos, religiosos e professores.
Naturalista - traduz-se na sensibilidade para compreender e organizar os fenômenos e padrões da natureza. É característica de paisagistas, arquitetos e mateiros, por exemplo.(Esta última criada e desenvolvida por CAMPBELL e não por Gardner)
Existencial- capacidade de refletir sobre questões fundamentais da existência, aguçada em vários segmentos diferentes da sociedade
No estudo realizado, a equipe observou que todas as inteligências podem ser desenvolvidas e sempre há alguma que se sobressai em cada pessoa.
Portanto, podemos concluir que ser inteligente, ou não, é uma opção de cada um!
De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Lehigh, pôde-se observar que os profissionais mentem mais por e-mail do que pelas tradicionais mensagens em papel.
Segundo Liuba Belkin, professora da Universidade de Lehigh, é cada vez mais preocupante o uso excessivo do e-mail no ambiente de trabalho, tal preocupação tem relação direta com a confiança.
Foi pedido a 48 estudantes integrais de MBA que dividissem US$ 89 entre eles e outra parte imaginária, que apenas saberia que eles estariam com uma quantia entre US$ 5 e US$ 100. Havia uma regra: a outra parte teria que aceitar o que lhe fosse entregue.
Usando e-mails e comunicados de papel, os estudantes tiveram que revelar o montante - real ou não - e quanto a outra parte iria ganhar. O resultado foi que estudantes que usaram e-mail mentiram em 92% dos casos, enquanto os que usaram o papel mentiram em menos de 64% das vezes. O resultado é impressionante: o índice de mentira entre os que usaram e-mail foi cerca de 50% maior do que entre aqueles que usaram papel e caneta.
Falar que pagamos muitos impostos, não é uma conversa nova aqui no Brasil. Mas me surpreendi pelo estudo disponibilizado em notícia divulgada ontem (25) no site da Época Negócios.
O estudo revela que em média 57% da renda dos brasileiros é drenada pelo Estado e suas ineficiências. A parcela mais penalizada da população são as famílias de classe média.
Ontem foi publicado um artigo muito interessante no site CIO, onde é abordado cinco hábitos que devem ser abandonados para que resultados melhores possam ser alcançados na carreira.
Estes cinco hábitos foram descritos pelo coach executivo de diversas empresas, Marshall Goldsmith, em seu livro: What Got You Here Won’t Get You There. São eles:
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