Os mentirosos preferem o e-mail!

Postado em 30 de Setembro de 2008

De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Lehigh, pôde-se observar que os profissionais mentem mais por e-mail do que pelas tradicionais mensagens em papel.

Segundo Liuba Belkin, professora da Universidade de Lehigh, é cada vez mais preocupante o uso excessivo do e-mail no ambiente de trabalho, tal preocupação tem relação direta com a confiança.

Segundo informações do site da InfoMoney, a pesquisa foi realizada da seguinte forma:

Foi pedido a 48 estudantes integrais de MBA que dividissem US$ 89 entre eles e outra parte imaginária, que apenas saberia que eles estariam com uma quantia entre US$ 5 e US$ 100. Havia uma regra: a outra parte teria que aceitar o que lhe fosse entregue.

Usando e-mails e comunicados de papel, os estudantes tiveram que revelar o montante - real ou não - e quanto a outra parte iria ganhar. O resultado foi que estudantes que usaram e-mail mentiram em 92% dos casos, enquanto os que usaram o papel mentiram em menos de 64% das vezes. O resultado é impressionante: o índice de mentira entre os que usaram e-mail foi cerca de 50% maior do que entre aqueles que usaram papel e caneta.

Veja mais detalhes da notícia no site da InfoMoney.

Número de acessos a internet cresce no País

Postado em 26 de Julho de 2008

Segundo pesquisa feita pelo Ibope NetRatings e divulgada pelo site B2B Magazine, o acesso de pessoas que utilizam internet residencial no Brasil cresceu 26,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Na pesquisa também se observa que isso representa 35,5 milhões de pessoas que podem acessar internet em suas casas.

O brasileiro continuou sendo o internauta residencial que mais navega na internet: 23 horas e 12 minutos por mês utilizando a internet.

Os países que mais se aproximaram do tempo residencial médio do internauta brasileiro foram a Alemanha (20h11min), os Estados Unidos (19h52min), a França (19h50min) e o Japão (19h31min).

Veja mais detalhes na notícia publicada pelo site B2B Magazine.

Sistema de trabalho home office cresce no Brasil

Postado em 16 de Junho de 2008

Foto: Home Office

Em notícia publicada pela revista on-line B2B Magazine, foi divulgado um estudo realizado pela empresa Market Analysis, especializada em pesquisa de mercado, que visou mensurar os dados sobre o tele-trabalho no Brasil:

  • Um em cada quatro brasileiros adota ao longo do mês o trabalho a distância (tele-trabalho), um terço destes profissionais exerce o trabalho virtual quase diariamente;
  • Este tipo de trabalho se concentra fortemente nas micro e pequenas empresas, chegando a um percentual de 15% do total de profissionais;
  • Atualmente, este cenário é composto por pessoas com idade entre 45 e 54 anos (15,5%). Apesar disso, a aceitação e disposição em adotá-lo no futuro já é percebida entre os jovens (44%), de 18 a 24 anos;
  • Trabalhar de casa é a forma mais popular da modalidade (52%). “Dentre os que tele-trabalham todos os dias, pessoas que pertencem à classe A (18%), como os donos das companhias, gerentes e colaboradores de cargos administrativos mais altos são os principais representantes deste comportamento”, afirma Fabián Echegaray, diretor da Market Analysis.

A crescente do tele-trabalho é possível graças ao advento da internet. Principalmente na área de TI é muito comum vermos empresas fechando negócios com profissionais que nunca se conheceram pessoalmente e muito provavelmente não se conhecerão.

Outro exemplo são as agências digitais. Quantos são que possuem seus escritórios somente on-line, e trabalham a partir de suas casas.

Escritórios custam, e não custam barato. Muitas empresas que iniciam somente on-line, caso fosse necessário a criação de um local físico nunca conseguiriam iniciar.

Dados relevantes sobre a atividade empreendedora no Brasil

Postado em 02 de Junho de 2008

Analisando o GEM 2007 (Global Entrepreneurship Monitor), estudo do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e do IBQP (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade), verifiquei alguns dados interessantes sobre a atividade empreendedora no Brasil, veja abaixo:

  • A cada 100 pessoas no Brasil, cerca de 13 desenvolvem alguma atividade empreendedora.
  • Dos empreendedores em estágio inicial, 55% afirmam ser menor do que R$ 2.000,00 a quantia necessária para abertura de seu negócio. É importante salientar que pouco mais de um terço destes afirmam não necessitar de recurso algum para iniciar o empreendimento, o que denota a simploriedade na concepção dos empreendimentos e a dificuldade do empreendedor em valorizar os recursos necessários à operação da atividade.
  • Historicamente, o Brasil se constitui em um dos países que registram as menores taxas de investidores informais. Em 2007, o país figurou na 41ª posição em um ranking de 42 países, apresentando uma taxa de 0,9% (a média mundial é de 4,7%).
  • A necessidade é o fator de motivação para a mulher iniciar o empreendimento. Enquanto 38% dos homens empreendem por necessidade, essa proporção aumenta para 63% para as mulheres. Esses dados confirmam a tendência apresentada pelos dados da PNAD, que indicam que as mulheres buscam alternativa de empreendimentos para complementar a renda familiar, ou ainda porque nos últimos anos elas vêm assumindo cada vez mais o sustento do lar como chefe da família.
  • Somente 14% dos empreendedores por oportunidade são jovens, para uma proporção de 25% dos empreendedores por necessidade.

Confira na integra o GEM 2007, clicando aqui.

Atendimento como diferencial competitivo

Postado em 27 de Agosto de 2007

Cada cliente, um único cliente. Esta afirmação pode parecer trivial. Porém, muitas empresas, dos mais variados segmentos, estão se esquecendo da individualidade de cada cliente.

Por que perdemos clientes?

Morrem - 1%
Mudam de endereço (não muito relevante para algumas áreas) - 3%
Buscam Alternativas (outros negócios) - 5%
Negociam com a concorrência (preço) - 9%
Insatisfeito com o produto - 14%

E o grande motivo: 68% das razões das empresas perderem clientes são causadas pelo desgosto com o atendimento recebido! Estes dados foram retirados de um slide do Sebrae “Qualidade no relacionamento com o cliente” e também podem ser encontrados no livro “A Excelência no atendimento a clientes - mantendo seu cliente para toda a vida” de Richard F. Gerson.

Faça a diferença!

Estamos na era do one-to-one customer, ou seja, para cada cliente existe um produto, serviço e um atendimento personalizado, o qual a empresa ou profissional deve se empenhar ao máximo para realizá-lo com êxito.

Você já deve ter ouvido falar algo como: é melhor manter seus clientes atuais do que ir a busca de novos. E é a pura realidade. Todos sabem que a venda, seja de serviço ou produto não está nada fácil, muitas empresas estão se vulgarizando (vendendo seu serviço ou produto a valor muito abaixo) para manter-se no mercado. Mas será esse o caminho correto? Utilizando essa forma de trabalho, com certeza, essas empresas não conseguem manter um relacionamento individual com cada cliente, pois, para que possam atingir algum lucro, é necessário partir para a quantidade, ou seja, o mercado de massa.

Veja que estamos falando dos principais setores da empresa: serviço/produto e atendimento. O relacionamento acontece a todo o momento em ambas as partes, portanto é de extrema importância que você, responsável por um desses setores, atente ao máximo para o relacionamento com cada cliente. Isso vale para qualquer funcionário, todos devem vestir a camisa da empresa.

Quando falo atender bem, não quer dizer paparicar. Longe disso. O que quero dizer é, por exemplo: cumprir prazos, estar sempre à disposição para tirar dúvidas dos clientes, não demorar muito tempo para responder e-mails, etc.

Não existe uma receita para personalizar o atendimento com cada cliente, mas atentando-se a simples ações você poderá estar criando diferenciais competitivos para sua empresa.

Para refletir um pouco mais sobre o assunto, segue abaixo uma frase do grande empresário Henry Ford:

“Não é o empregador que paga os salários: é o cliente.”


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