A inteligência

Postado em 29 de Outubro de 2008

Como diziam Demócrito e os pré-socráticos: “A inteligência é o farol que ilumina o caminho, não nos faz caminhar“.

A lição que podemos retirar desse sábio pensamento é que a inteligência pode nos ajudar em nossa longa jornada, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional, porém, não é o único fator decisivo.

A Teoria das Múltiplas Inteligências

Desenvolvida nos anos 90 por uma equipe de pesquisadores de uma das maiores instituições educacionais do mundo, a Harvard University, tal equipe teve como líder o psicologo Howard Gardner.

Esse estudo observou que os seres humanos possuem 7 tipos de inteligência, mas algum tempo depois, foram acrescentadas mais duas inteligências, totalizando, até o momento, 9 tipos.

Uma lista dos 9 tipos de inteligência disponibilizada na WikiPedia:

  1. Lógico-matemática - abrange a capacidade de analisar problemas, operações matemáticas e questões científicas. Medida por testes de QI, é mais desenvolvida em matemáticos, engenheiros e cientistas, por exemplo.
  2. Linguística - caracteriza-se pela maior sensibilidade para a língua falada e escrita. Também medida por testes de QI, é predominante em oradores, escritor e poetas.
  3. Espacial - expressa-se pela capacidade de compreender o mundo visual de modo minucioso. É mais desenvolvida em arquitetos, desenhistas e escultores.
  4. Musical - expressa-se através da habilidade para tocar, compor e apreciar padrões musicais, sendo mais forte em músicos, compositores e dançarinos.
  5. Físico-cinestésica - traduz-se na maior capacidade de utilizar o corpo para a dança e os esportes. É mais desenvolvida em mímicos, dançarinos e desportistas, por exemplo.
  6. Intrapessoal - expressa na capacidade de se conhecer, estando mais desenvolvida em escritores, psicoterapeutas e conselheiros.
  7. Interpessoal - é uma habilidade de entender as intenções, motivações e desejos dos outros. Encontra-se mais desenvolvida em políticos, religiosos e professores.
  8. Naturalista - traduz-se na sensibilidade para compreender e organizar os fenômenos e padrões da natureza. É característica de paisagistas, arquitetos e mateiros, por exemplo.(Esta última criada e desenvolvida por CAMPBELL e não por Gardner)
  9. Existencial- capacidade de refletir sobre questões fundamentais da existência, aguçada em vários segmentos diferentes da sociedade

No estudo realizado, a equipe observou que todas as inteligências podem ser desenvolvidas e sempre há alguma que se sobressai em cada pessoa.

Portanto, podemos concluir que ser inteligente, ou não, é uma opção de cada um!

Estudar mais, para viver mais!

Postado em 30 de Maio de 2008

Hoje, escutando a coluna da Mara Luquet na Rádio CBN, fiquei sabendo de uma pesquisa muito interessante feita nos Estados Unidos pela Columbian Universion, onde foi constatado que a cada ano de estudo é ganho 1,5 anos de expectativa de vida.

A pesquisa não se restringe somente ao estudo formal, mas sim a qualquer tipo de estudo, seja a leitura de um livro como também o aprendizado de uma nova língua.

O motivo é simples, a pessoa estar constantemente estudando, conseqüentemente estará sempre com o cérebro ativo e sendo exercitado.

Exercite seu corpo, mas não se esqueça de exercitar seu cérebro!

Um livro muito bom que recomendo sobre o assunto: Mantenha o Seu Cérebro Vivo, escrito pelo professor de neurobiologia Lawrence C. Katz.

Quanto vale o seu conhecimento?

Postado em 20 de Setembro de 2007

Ouve-se muito falar que estamos na era do conhecimento e da informação. Mas como mensurar o valor de um bem tão intangível como o conhecimento?

Para ilustrar, segue abaixo uma parábola que conheci a um bom tempo, mas que exemplifica facilmente o valor do conhecimento.

Certo dia, o gerente de uma multinacional teve um problema com seu computador que utilizava para gerenciar mais de 20 filiais de sua empresa. Não podendo perder tempo com isso, chamou um técnico para que resolvesse o problema de seu computador o mais rápido possível.

O técnico chegou, olhou, olhou e olhou… Após alguns minutos (poucos), apenas apertou um parafuso e o computador voltou a funcionar perfeitamente.

O executivo perguntou ao técnico quanto tinha ficado o serviço, o técnico simplesmente respondeu “mil reais”. O executivo não entendeu o motivo de o valor ter sido tão alto, então, para ver se colocava o técnico em uma encruzilhada pediu para que fizesse um relatório do serviço.

Então o técnico lhe apresentou o seguinte relatório:

Apertar o parafuso = R$1,00.
Saber qual parafuso apertar: R$999,00.
Total: R$1.000,00.

Sem dizer nada, o executivo fez o cheque e o pagou.

Interessante não? Pode ter certeza que isso acontece todo dia! Em proporções menores ou até mesmo maiores!

Afinal, quanto vale o seu conhecimento?

Lembre-se! Você não está cobrando pelo serviço em si apenas, mas sim, pelo tempo em que levou para adquirir o know-how necessário para executar uma tarefa especifica com êxito.

Sucesso! Até a próxima.


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